Bibliotecas comunitárias e os direitos humanos das juventudes
Entenda por que as bibliotecas comunitárias são importantes espaços de promoção dos direitos e do protagonismo das juventudes, e veja lições aprendidas dessas experiências
Bibliotecas comunitárias e os direitos humanos das juventudes

“Me vi leitora quando comecei no projeto. Digo que me “vi” como algo novo, mas na verdade me reconheci leitora assim que iniciou. Ressignificando minha vida, eu me vejo no que leio, no que escrevo, no que ensino. Há três anos me reconheço leitora, num círculo literário, junto com outros jovens leitores e periféricos. E além de todas as lindas oportunidades que me proporcionou, conhecer autores, mediar oficinas, escrever resenhas, possibilitou enxergar a literatura como meu direito. Direito de conhecer, de questionar, de gostar ou não gostar, direito de ocupar lugares e de pertencer. A literatura nos faz enxergar o mundo de outras maneiras. Eu me emociono, sinto raiva, angústia, alegria, eu me sinto viva. Não há nada melhor que sentir seu corpo vivo, carregado de emoções, reverberando cada palavra de um texto. (…)”